segunda-feira, 30 de novembro de 2009

O filho do Brasil


Incrível!!!! Em 2002 Lula foi eleito com a promessa de ser o presidente do povo, com projetos sociais indubitavelmente favoráveis à população do sertão nordestino, como a "fome zero", o "bolsa família", a "transposição do Rio São Francisco", entre outros.
Veja você (onde é que o barco foi desaguar) que o portamento do presidente Lula se demonstrou muito mais eficiente quando se tratou da política externa, sendo ele mais popular na Argentina do que a própria presidente local, além de ser 'aclamado' por Barack Obama como o presidente mais popular do mundo. Entre outras palavras de Obama: "Esse é o cara!" Lula vem sendo, incorrigivelmente, o presidente mais apto a lhe dar com questões fronterístas do que qualquer outro persidente já aclamado pelo voto popular no Brasil. E as questões socias vão a solo... sendo que a 'bolsa' ou a 'transposição' não foram reguladas da maneira adequada a favorecer as devidas famílias merecidas de tais projetos.
Aí vem vindo o filme: "Lula, o filho do Brasil", grande caráter político quando bate de frente com determinados executivos internacionais, mas desviado dos grandes compromissos socias.

sábado, 21 de novembro de 2009

Por assim dizer...


Reintegrar esse blog realmente não foi fácil pra mim. Depois de 6 posts, 3 comentários e, imagino, um número não muito superior de visitas, eu comecei a me questionar sobre os motivos e, principalmente, sobre os estímulos que me fariam continuar a escrever por aqui. Em primeiro lugar, cultura enquanto "produto dinâmico" passível de introjeção social e/ou pessoal transita, quer queira, quer não, de uma maneira independente, entre variáveis individuais e coletivas, ressaltando a "bagaça" que tem dentro da cabeça de cada um... e cada um lava o cérebro com o alvejante que lhe for mais "atraente" e pronto. Pensar sobre o que pensar as vezes faz você pensar em nada e isso vai tornando seu pensamento muito pouco perigoso, exatamente quando ele precisava ser. 
De forma mais objetiva: eu escrevo pra mim. Simples assim. Vai ficando mais fácil olhar-se no espelho literário, com tantas letras embaralhadas e sua cara do mesmo jeito... sem acréscimo ou decréscimo. Vira página, clica o mouse, disca o número e só o que a gente precisa fazer pra ter outra visão é piscar os olhos. Sem tanta cerimônia pra enxergar o que quer ver.
Escrever 8 ou 80 linhas não vai fazer diferença se eu não entendo o que escrevo. E mesmo se entendo, lembrar de pessoas que significam muito pra mim enquanto teclo ou rabisco ou pinto na parede do meu quarto com giz de cera um beija-flor e uma flor ou só o beija-flor e aí não penso em mais ninguém e mais nada daquilo faz sentido pra mim porque só reproduzo o que vejo, torna tudo mais manso e mais denso ao mesmo tempo!!!!!
Quem vai entrar nessa "bagaça" e perguntar o que eu quis dizer com aquele post ou aquela frase?!?!?
'QUEM NÃO VAI ENTRAR?' Talvez isso tenha me deixado por tanto tempo "fora do ar"... vá saber.
Posts em breve? NÃO... quando eu tiver algo pra dizer.